Foto: Floriano Lima
UEAP completa 11 anos e recebe festa aberta ao público e homenagem da Alap

Na noite de sexta, programação aberta ao público terá 4 atrações musicais; na quinta-feira,os problemas da universidade foram expostos aos deputados na Assembleia, que prometeram reforçar a luta pela Universidade

O dia 31 de março é a data de fundação da Universidade do Estado do Amapá, criada em 2006 por meio do projeto de lei de autoria de Edinho Duarte, sancionado por Waldez Góes, governador do Estado também na ocasião. Para homenagear essa data histórica para a cultura universitária do Amapá, a Diretoria Central dos Estudantes da UEAP organiza na noite desta sexta-feira um evento cultural que terá a participação de músicos do curso de Licenciatura em Música, além da banda Flor Pequena, discotecagem anos 80 e músicos de rap e hip-hop.

Na última quinta-feira, 30, em sessão solene a Assembleia Legislativa do Amapá (Alap) concedeu homenagem oficial em comemoração aos 11 anos da Universidade do Estado. Estiveram presentes técnicos, docentes e estudantes à Casa Legislativa, sendo recebidos pelos deputados Jaime Perez, Paulo Lemos e Pedro Da Lua. Todos os três deputados discursaram em homenagem à instituição e propuseram ações para tentar resolver os problemas que a universidade vem enfrentando. Técnicos e estudantes também foram ouvidos.

HOMENAGEM OFICIAL – A sessão solene foi transmitida via rádio e televisão ao vivo, através da Rádio Senado 93.9FM e pela TV Assembleia. Durante seu discurso, o presidente do Sindicato dos Técnicos da Ueap, Francisco Gean Freitas do Nascimento, pediu o apoio dos parlamentares para a retomada da discussão do PCCR da categoria, parado há cerca de seis meses. Os parlamentares afirmaram que farão requerimentos sucessivos à Agenda do Servidor para questionar o trâmite desse processo dentro da Procuradoria Geral do Estado e por que não se dá nenhuma resposta aos servidores. Para Gean Nascimento, sem a devida valorização dos recursos humanos, não há garantia de que a universidade resista aos outros problemas que coexistem lá dentro. "Nós trabalhamos como se fossemos empregados que recebem sem carteira assinada, sem nenhum direito garantido, o dia que cruzarmos os braços, a UEAP simplesmente para", afirmou.

Os acadêmicos Marlon Vaz e Augusto Flexa também usaram a tribuna e pediram providências em relação ao prédio anexo da Ueap que funciona na Escola Graziela Reis de Souza, que há 90 dias aguarda manutenção após defasagem de seu telhado. O deputado Jaime Perez, presidente da Comissão de Educação, se comprometeu em convocar os acadêmicos para uma reunião da comissão e visitar as instalações na próxima semana.

Marlon Vaz também pediu a criação de um fórum permanente de discussão na Universidade. Em relação a isso, o deputado Paulo Lemos ponderou que apoia a proposta mas alerta que ela não pode ficar apenas no nível do discurso, já que a instituição ultrapassa uma década com problemas que perduram desde a sua criação.

O deputado Pedro DaLua reafirmou seu apoio às pautas dos estudantes e disse que junto a Lemos e Perez vão mobilizar outros parlamentares para defender as reivindicações junto ao governo do Estado.

Publicado em: Sexta-feira, 31 de Março de 2017 por Assessoria de Comunicação - ASCOM
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