Foto: Floriano Lima
Professores Pesquisadores da Ueap participam de expedição que descobriu Santuário das Árvores Gigantes, o projeto desenvolvido pelos doutores vai contribuir na preservação da Floresta Amazônica.
Os estudiosos poderão ter acesso às publicações geradas pelo trabalho na área, como também, desenvolver pesquisas, fazer artigos, monografias, dissertação de mestrado e teses de doutorados.

Tudo começou com o projeto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais- INPE, que, financiado pelo Fundo Amazônia, realizou mais de 800 sobrevoos na região e descobriu 7 árvores gigantes, 6 no sul do Estado do Amapá, por mapeamento das copas das árvores, e entre elas, uma árvore com 88,5 metros, não identificada e considerada a maior da Amazônia.

 

Com essas informações, foi montada uma expedição com professores pesquisadores da Universidade do Estado do Amapá- UEAP, do curso de Engenharia Florestal, da Universidade Federal do Amapá- UNIFAP, Universidade de Minas Gerais e representantes da comunidade local.

A expedição denominada JARIPARU aconteceu em agosto deste ano, com objetivo de identificar a maior árvore, de 88,5 metros, rastreada pelos sobrevoos do INPE. Como o local é de difícil acesso, a equipe não conseguiu chegar até a árvore, mas encontrou outra área com 15 árvores gigantes da espécie angelim vermelho, todas acima de 70 metros de altura, uma com 82 metros, um verdadeiro santuário de árvores gigantes na Amazônia, que não foi rastreado pelo INPE durante os sobrevoos.

  

A área fica em meio a Unidades de conservação na Amazônia, entre elas, a Floresta Estadual do PARU.

Os pesquisadores estudaram a área, fizeram coleta de solo, identificação, medição das árvores e estudo da biomassa, todo o material foi enviado para Universidades do Estado e outros Institutos de pesquisas no Brasil, para processamento de análises e resultados. Com isso, será possível analisar padrões ecológicos para saber a quantidade de biomassa e saber por quê existe o santuário das árvores gigantes, explica o Prof. Dr. Robson Borges de Lima, coordenador do curso de Engenharia Florestal da UEAP.

Com as pesquisas realizadas no Santuário, que fica localizado no maior laboratório do mundo que é a Amazônia, os acadêmicos poderão ter acesso às publicações geradas pelos estudos, como também, desenvolver pesquisas, fazer artigos, monografias, dissertação de mestrado e teses de doutorados.

“Com professores da Ueap envolvidos na descoberta, a Universidade consegue aumentar sua rede de pesquisa, aumentar novos financiamentos para estudos na área, dando a possibilidade para professores e alunos do curso de Engenharia Florestal da Ueap visitarem o Projeto Santuário das Árvores Gigantes, e ampliar suas pesquisas durante a graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado, afirma o Prof. Dr. Perseu Aparício, membro da expedição.

Imagens: SETEC/Ascom

Equipe Ascom Ueap.

 

 

 

Publicado em: Segunda-feira, 16 de Setembro de 2019 por Assessoria de Comunicação - ASCOM
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