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Foto: Floriano Lima
Acadêmicos da Ueap levam conhecimento sobre estudos da língua francesa para Congresso Nacional de Professores.
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Três acadêmicos de Letras da Ueap participaram durante 4 dias do XXII Congresso Brasileiro de Professores de Francês, que aconteceu em Brasília, Distrito Federal. Esteve presente também a Associação de Professores de Francês do Amapá (APROFAP).

O XXII Congresso, de natureza polifônica, tem o objetivo de abordar a língua francesa e seu posicionamento num mundo de mobilidades constantes que induzem novas dinâmicas e novas estratégias.

Os cinco eixos que compõem a organização desse evento foram construídos segundo abordagens dedicadas aos estudos linguísticos, à didática e formação dos professores, à tradução – espaços de escrita e reescrita, à literatura e às artes como passarelas culturais, e às políticas públicas/ memórias compartilhadas. 

O tema esse ano foi "O francês em ação: variações e criações".

Fernanda da Costa Gomes, Keila Ataíde da Silva e Luiz Pedro Santiago Pereira mostraram estudos específicos sobre a língua francesa realizados no Estado do Amapá.

Por exemplo:

A acadêmica Fernanda da Costa Gomes, da turma 2017.1- Letras Francês, pesquisa sobre a "A OBRIGATORIEDADE DA LÍNGUA INGLESA NA FRONTEIRA FRANCO-BRASILEIRA: O CASO DOS PROFESSORES DE FRANCÊS DO ESTADO DO AMAPÁ".No estado do Amapá se encontra a única fronteira franco-brasileira do país. Esta região apresenta singularidades únicas decorrentes do contato entre diferentes culturas. Considerando o contexto local, o governo regional optou por incluir a língua francesa em sua rede de ensino. No entanto, uma lei do setor federativo impôs a língua inglesa nas escolas. Esta orientação afetou a política linguística educativa já instaurada, desprezando a realidade sociolinguística local. Assim, nosso objetivo é compreender o efeito da Política Linguística Pública Educativa (PLPE) na vida dos professores de língua francesa do estado do Amapá.

A acadêmica Keila Ataíde da Silva, da turma 2017.1- Letras Francês, por meio do Probict, pesquisa as "POLÍTICAS LINGUÍSTICAS COMO POLÍTICAS PÚBLICAS: O CASO DO ENSINO DA LÍNGUA FRANCESA NO ESTADO DO AMAPÁ".

Pesquisa que busca refletir sobre as consequências e os paradoxos político-linguísticos encontrados no estado do Amapá, gerados pela imposição de leis federais que regem a educação nacional. O presente projeto, de âmbito inicial, se desenvolverá em uma perspectiva bibliográfica e documental. Explicitamos que a pesquisa aqui apresentada faz parte de um estudo macro intitulado "As políticas Linguísticas Públicas Educacionais (PLPE): a Avaliação Político-Linguística da Imposição do Inglês na Fronteira Franco-Brasileira", que objetiva avaliar as PLPE para línguas estrangeiras em vigor e a sua pertinência para as especificidades linguísticas do Amapá, bem como compreender o impacto das PLPE vigentes para línguas estrangeiras nas instituições de ensino público do Amapá.

O acadêmico Luiz Pedro Santiago Pereira, da turma 2018.3, do curso de Letras Francês, através do PROBICT, pesquisa "A POLÍTICA LINGUÍSTICA PÚBLICA EDUCATIVA (PLPE) NA FRONTEIRA FRANCO-BRASILEIRA: O CASO DO INSTITUTO FEDERAL DO AMAPÁ NO OIAPOQUE". 

Os três alunos são orientandos da professora Dra. Marina Melo de Menezes Félix de Souza (UFF), professora de língua e literatura francesa do colegiado de Letras.

O projeto realizado na UEAP, Universidade do Estado do Amapá:

AS POLÍTICAS LINGUÍSTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS (PLPE):
A AVALIAÇÃO POLITICO-LINGUÍSTICA DA IMPOSIÇÃO DO INGLÊS NA FRONTEIRA FRANCO-BRASILEIRA.

O projeto se constitui um recorte do estudo desenvolvido na tese doutoral da coordenadora-proponente do projeto (Profª Drª Marina Mello de Menezes F. de Souza). Dessa forma, esse trabalho busca refletir sobre as Políticas Linguísticas educativas, tidas como Políticas Públicas, na fronteira franco-brasileira. Assim, as discussões se pautam em estudos analíticos, tangenciados por aspectos sociolinguísticos, ligados às consequências da imposição da língua inglesa no contínuo Amazônico Amapá-Guiana Francesa. Para isso, a execução do projeto se dará por meio de três etapas: 1ª) a formação de novos pesquisadores na área de Políticas Linguísticas tidas como Políticas Públicas; 2ª) o tratamento e a organização dos dados obtidos; 3ª) a produção, divulgação e publicação dos resultados. Sobre esta última etapa, os resultados alcançados serão publicados em revistas científicas qualificadas ou em capítulos de livros, bem como apresentados em eventos da área.
Palavras-chave: Políticas Linguísticas; Políticas Públicas; fronteira franco-brasileira;
Faz parte do Grupo de Estudos Política Linguística e Ensino de Línguas, do grupo de pesquisa Linlis, do colegiado de letras.

Publicado em: Sexta-feira, 18 de Outubro de 2019 por Assessoria de Comunicação - ASCOM
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