Foto: Floriano Lima
Ueap aprova vagas para comunidades extrativistas, tradicionais, transexuais e transgêneros.
O objetivo é estender o acesso à Universidade Pública para o máximo de pessoas da sociedade através da Educação Inclusiva.

A aprovação aconteceu na última segunda-feira, dia 16 de dezembro, pelo Conselho Universitário da Universidade, o CONSU.
Ficou aprovado que a Universidade do Estado do Amapá, vai garantir cotas para pessoas de comunidades extrativistas, comunidades tradicionais, transexuais e transgêneros.
As cotas ficarão com o mesmo percentual de 5% do total de vagas, o que pode chegar até 30 vagas no processo seletivo já do próximo ano, 2020.
A política de inclusão social implantada na UEAP já garantia cotas para indígenas e deficientes físicos. Com a decisão do Consu para garantir agora para extrativistas, populações tradicionais, transexuais e transgêneros.
No caso dos transexuais e transgêneros, os critérios exigidos pela Universidade para efetivação da matrícula, será a autodeclaração e o nome social.
O objetivo é estender o acesso à Universidade pública para o máximo de pessoas da sociedade.
Um importante exemplo dos resultados positivos é a indígena Arawaje, da Etnia Waiana Apalai, que estudou Pedagogia na Universidade do Estado do Amapá e recentemente foi aprovada num programa de Mestrado em Educação.
Com a decisão, as comunidades tradicionais, como o Bailique, passam a ter mais acesso ao ensino público superior, assim como comunidades localizadas nas reservas extrativistas, a exemplo das do Rio Cajari e Vale do Jari.
Este movimento evidencia a preocupação em se garantir educação inclusiva na Universidade.
“Estamos muito felizes em tornar real esse processo, tornar possível o acesso de pessoas historicamente excluídas ao ensino superior, principalmente de ribeirinhos, quilombolas, comunidade indígena, no caso dos transexuais e transgêneros, a evasão escolar tem índice muito alto, em função de várias violências. Estamos buscando efetivar o direito à educação, que é garantido pela Constituição, mas que na prática muitos não têm acesso." Afirma, Kátia Paulino, Profa. Dra. Presidente do Conselho Universitário da Universidade.

Publicado em: Quinta-feira, 19 de Dezembro de 2019 por Assessoria de Comunicação - ASCOM
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